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Carta de Susan Blackmore: o alvo da crítica (Fuvest 2004)

From Susan Blackmore In his article on computers and consciousness, Igor Aleksander was quite wrong to say that "Susan Blackmore...implies that constructing a machine that is conscious like us would be impossible" (19 July, p 40). I do indeed claim that consciousness is an illusion. This is because it feels to us humans as though there is a continuous flow of experiences happening to an inner self, when in fact, there is no such inner self. Computers have no inner self either, but if ever they start thinking they do they will become deluded like us, and hence conscious like us. And that day is surely not far off. We humans can sometimes wake up from our delusion, through intellectual insight or through practices like meditation. Maybe future computers will teach us a thing or two about waking up from illusion. Bristol, UK (New Scientist, August 9, 2003)

[Charge ao lado do texto: um psicanalista sentado numa cadeira, com bloco de anotações, diz num balão "TELL ME ABOUT YOUR EARLY YEARS"; deitado no divã à sua frente está um computador (monitor com cara triste). No chão, uma caixa com a inscrição "COMPUTER REPAIRS".]

Fonte: New Scientist, August 9, 2003.

The author of the text criticizes

  1. A) the construction of machines that resemble human beings.
  2. B) human expectations of mastering technology completely.
  3. C) an idea presented in a previous article published by New Scientist.
  4. D) experiments made with humans and computers.
  5. E) the illusions created by those who construct computers.
Ver gabarito comentado

Resposta correta: C

A carta começa dizendo que "Igor Aleksander was quite wrong to say that...", e a citação vem com a referência "(19 July, p 40)": o que ela ataca é uma afirmação publicada antes na própria New Scientist. É isso que a alternativa C descreve. A alternativa A inverte a posição da autora: ela não condena a construção de máquinas parecidas com humanos, ela prevê que os computadores ficarão "conscious like us" e que "that day is surely not far off". A alternativa E aproveita a palavra "illusion" mas troca de quem ela é: a ilusão de que a carta fala é a da consciência humana, não algo fabricado por quem constrói computadores. A Fuvest não publicou o gabarito desta prova; esta resposta é a leitura do nosso time, não a oficial.

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