Pular para o conteúdo
English for ALL
← Todas as questões

Índice de pessimismo do setor de carne: a afirmação incorreta

As perguntas de 4 a 8 correspondem ao texto a seguir:

Bife de lomo, or bean sprouts?

BUENOS AIRES
The discreet rise of vegetarianism in the carnivorous capital of the world

VISITORS to Palermo, a well-heeled neighbourhood of Buenos Aires, are used to having their hair primped to perfection and their body fat measured. That goes both for the humans who frequent the trendy boutiques and spas and for the prize Aberdeen Angus cows that arrive at the agricultural show held there every July. This year, the visiting ranchers are preoccupied by the beef industry's informal pessimism index—the share of young cows that farmers slaughter for meat rather than keep for breeding. It has recently hit a three-decade high, owing to recession, drought and government price-controls. To add culinary insult to economic injury, vegetarianism is spreading in Argentina.

In the world's most carnivorous country, vegetarians used to be a tiny band of masochists. But when the economy collapsed in 2002, a recently formed Argentine Vegetarian Union gained members, and veggie restaurants sprouted. The main reason is cost. Vegetarian restaurants have lower overheads since they don't need freezers, says Marisa Ledesma, one of the owners of Bio Restaurante, a smart eatery.

Now the economy is in recession once again. That seems to have led more omnivores to abandon meat, says Roberto Moyano, the manager of La Esquina de las Flores, the capital's oldest vegetarian restaurant. And as they munch soya steaks, diners relish new evidence of the health benefits of eating less red meat.

This year, the industry reckons, the average Argentine will get through 57 kilos of beef. That is down from 68 kilos last year, but it still means many more asados than the 41 kilos scoffed by Uruguayans, the world's second-biggest beef-eaters. Barrel-bellied carnivores are still the norm, and vegetarianism remains an isolated gesture of gastronomic defiance. Your correspondent recently came across a note scribbled on a paper napkin in a Palermo café which read: "In Argentina vegetarians are for eating."

The Economist, de 8/8/2009.

[Descrição visual: recorte em preto e branco de uma página de revista, emoldurado por um retângulo. No topo, o título em corpo grande "Bife de lomo, or bean sprouts?"; abaixo dele, sobre tarja cinza-clara, a linha de local "BUENOS AIRES" em versalete pequeno e o subtítulo em negrito. O texto corre em duas colunas e começa com capitular "V" de duas linhas. No pé da coluna da direita há uma charge: um homem corpulento de bigode e camiseta branca, sentado a uma mesa coberta por toalha xadrez, apoia os braços sobre a mesa e olha para um prato grande com um assado; na travessa, um animal/peixe estilizado de expressão assustada aparece deitado entre legumes, e uma ave pequena está empoleirada no ombro/cabeça do homem.]

Fonte: The Economist, 8/8/2009.

Assinale a opção INCORRETA.

  1. A) O aumento do número de vegetarianos na Argentina coincide com o advento da crise econômica no país no início desta década.
  2. B) O texto associa mudanças de hábitos alimentares na Argentina a problemas econômicos no país.
  3. C) Embora o vegetarianismo esteja em ascensão na Argentina, o país ainda é o maior consumidor de carne do mundo.
  4. D) Itens como recessão, seca e controle de preços por parte do governo levaram os pecuaristas argentinos a criar o índice de pessimismo informal no setor.
  5. E) Apesar da queda no consumo, em 2009, argentinos ainda consumirão mais carne do que uruguaios.
Ver gabarito comentado

Resposta correta: D

O primeiro parágrafo apresenta o índice como algo que já existia — "the beef industry's informal pessimism index" — e diz que ele "has recently hit a three-decade high, owing to recession, drought and government price-controls". Recessão, seca e controle de preços explicam, portanto, a alta do indicador, e não a sua criação: é aí que a alternativa D erra e se torna a resposta. O distrator mais forte é C, mas ele está correto e por isso deve ser descartado: a Argentina é "the world's most carnivorous country", com os uruguaios apenas como "the world's second-biggest beef-eaters". A também confere ("when the economy collapsed in 2002") e E vem dos números do último parágrafo: 57 quilos por argentino contra "the 41 kilos scoffed by Uruguayans". Como o enunciado pede a opção INCORRETA, o erro comum é marcar a afirmação que soa mais estranha em vez da que contraria o texto.

Questões relacionadas

Ver todas →

C1 Interpretação de texto Artigo de opinião

Ideia principal do artigo “It’s neither artificial, nor intelligent” (ITA 2026)
Leia o texto a seguir para responder às questões 46 a 48. The problem with artificial intelligence? It’s neither artificial, nor intelligent. Elon Musk and Apple’s co-founder Steve Wozniak have recently signed a letter calling for a six-month moratorium on the…

The sentence that BEST summarizes the main idea of the text is

Resolver questão

C1 Interpretação de texto Editorial

ITA 2026: o declínio da leitura entre adolescentes
Leia o texto a seguir para responder às questões 40 e 41. The decline of teenagers reading is an impact on education If you are a teenager reading this story, you are in the minority. Statistics show that 80% of teenagers do not read for pleasure on a daily ba…

De acordo com as informações do texto, é CORRETO afirmar que

Resolver questão

C1 Interpretação de texto Reportagem

ITA 2025 – Quais asserções sobre detecção de textos de IA são verdadeiras
As scientists explore AI-written text, journals hammer out policies Many ask authors to disclose use of ChatGPT and other generative artificial intelligence “It’s all we’ve been talking about since November,” says Patrick Franzen, publishing director for SPIE,…

Leia as asserções destacadas e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA. I. Pesquisadores acostumados a ler artigos de periódicos médicos não conseguem compreender um terço das publicações. II. Por ora, editores e revisores de publicações científicas têm dificuldades para iden- tificar, de forma consistente, textos gerados por IA dada a escassez de softwares especializados. III. Responsáveis por publicações científicas estão relutantes em coibir o uso de geradores de texto por computador, temendo uma potencial enxurrada de críticas por parte da comunidade acadêmica. IV. A publicação de prospectos gerados por IA, contendo novas versões de alguns artigos científicos específicos, causou uma onda de choque na indústria editorial acadêmica.

Resolver questão